A reportagem do jornal Folha de São Paulo sobre bolsas fabricadas com raproveitamento de posters velhos de filmes, me deixou orgulhosa pelo seu criador. Ele teve de se reciclar, pois é nordestino, ex-presidiário, ex drogado, soropositivo, pobre e favelado.
Antônio de Souza criou a Filó, que transforma banners antigos em bolsas com disign original.
O Filó é um projeto de NUA (Nova União da Arte) que há dez anos atua em comunidades carentes na periferia de SP.
Com esse projeto de reciclagem, gerou resgate social, geração de empregos e envolveu resposabilidade ambiental.
O preço das bolsas vai de R$ 5,00 a R$ 50,00 dependendo do modelo, gastando pouco com matéria prima e dando lucro para pagar os costureiros e investir em novos projetos.
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